segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Manaus sofre com umidade de deserto

Fonte: IG


A capital amazonense está sofrendo com os efeitos da baixa umidade relativa do ar, a menor em 100 anos. Somado ao forte calor da região, a situação já está se tornado calamitosa. 


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu uma recomendação de alerta para a Defesa Civil e para a Prefeitura de Manaus.

Nos últimos dias, tem chovido pouco na cidade. A média histórica é de cerca de 47 milímetros de chuva para agosto, já baixo para a região, mas dificilmente esse número será alcançado.


Na quinta-feira, a umidade relativa do ar em Manaus chegou a 18%, sete pontos percentuais abaixo da média registrada em Brasília, uma das cidades mais secas do País, durante o mês de agosto. Essa foi a menor umidade relativa do ar detectada pelo Inmet desde a sua criação na cidade, há 102 anos. 
Esse índice é pouco maior aos registrados no deserto do Saara. Nas montanhas de areia do norte da África, bem diferentes da floresta que circunda Manaus, as taxas de umidade variam entre 10% e 15%. Tradicionalmente, a umidade em Manaus oscila em torno de 80% - uma das maiores do País, por conta dos rios e da floresta. 

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