segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Falsa "publicidade verde" em cheque pelo CONAR

 
                                           Será?



A partir de hoje começam a valer as normas éticas estabelecidas pelo CONAR para o apelo feito por campanhas publicitárias voltadas á sustentabilidade.

A ação pretende descaracterizar os produtos que se dizem "verdes", mas não são. Esta é o chamada camuflagem verde.


Para isso, as campanhas e produtos que façam menção ao tema devem obedecer aos princípios da: veracidade (as informações devem ser verdadeiras e passíveis de comprovação); exatidão (informações precisas, sem dados vagos e genéricos); pertinência (a informação “verde” deve ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados) e relevância (qualquer benefício ambiental anunciado deve ser significativo em termos de impacto sobre o meio ambiente).
O Conar poderá advertir ou suspender campanhas de empresas que não comprovarem os benefícios ambientais daquilo que estão oferecendo.

O que deve ter de empresa correndo e mudando suas ações...

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